Zumbidos

abraços, beijos, apertos, toques, quero distância não me aperte, não me toque, não me beije, não gosto de abraços fica mais pra lá agora aqui deste lado da tela te observo e aos outros também e o toque não há não há abraços nem apertos de mão ou de paixão não me toque parece umContinuar lendo “Zumbidos”

Ausência e saudade

a ausência é um rio seco de lágrimas não choradas, engolidas trancadas na garganta numa extrema agonia e a saudade e a dor são as águas do rio voltando a correr loucas trazendo e levando lembranças maquiando a solidão desejando que não permaneça para que o coração não esqueça que um dia esteve vazio! PhotoContinuar lendo “Ausência e saudade”

Os silêncios

Em certos momentos o silêncio é nossa única voz. Nossa única música. Nosso único som.   O silêncio que nos abraça quando a dor é grande. Que nos enlaça quando a alegria parte. Que nos ensina a ressuscitar a esperança. O silêncio que algumas vezes é escuro como a noite. e noutras vezes é todaContinuar lendo “Os silêncios”

Estados de solidão

Solidão é estado de espírito. Bate assim, em qualquer lugar… não importa onde não importa como e nem mesmo quem está por perto… Solidão anda de braços dados com a saudade… Incomoda, pois é soberana ao tomar o coração para si e esvaziá-lo de tudo que é bom. Solidão quando o mundo inteiro parece terContinuar lendo “Estados de solidão”

Desejos de balbúrdias

De repente as paredes não mais se elevamapenas tentam se encostar umas nas outrase os sussurros e as falas e os gritos que passavamsilenciados foram sem deixar traços…O tempo está taciturno, as nuvens não chorame o vento que forte cantava lá fora se foi.De repente tudo está tão calmo e a calmaria inquietaporque não éContinuar lendo “Desejos de balbúrdias”

Fugas constantes

Quanto mais me chegas perto mais tenho medo. Poderia falar contigo uma, ou duas vezes mas tantas… eu tenho medo. Trocaria idéias contigo, visitaria teu sorriso e contigo sorriria das coisas da vida. Mas não muito perto não por muito tempo só de vez em quando assim, um pouco longe. E não me digas queContinuar lendo “Fugas constantes”