Relembranças da infância

Balanço-me de leve nas lembranças que embalam minha infância… A música que me enleva e a mesma música me leva a relembrar… Tanto que vivi com os amigos com meus pais toda a família… Solto o coração a recordar! Tantas imagens me chegam… enquanto os olhos, fechados, sorriem como meus lábios. O som cessa. AbroContinuar lendo “Relembranças da infância”

Lágrimas de adeus

Na nascente dos teus olhos um rio de lágrimas. Gota a gota desliza pela face a tristeza inteira. Escorre lentamente, uma após a outra… uma após a outra… uma após a outra… e pelo rosto vai se formando uma cascata de água límpida que o coração, agoniado afogado libertou sem querer. Um choro doce. UmContinuar lendo “Lágrimas de adeus”

Pensando alto

Calado está meu coração. Outro dia tentou gritar e a voz não saiu. Agora se contenta em ouvir. Suas próprias batidas e as insinuações de outros corações. Assim, de coração pra coração, vozes silentes se amparam. *** Sonhei contigo. Tu que não sei quem realmente és. Mas no sonho eras sorrisos, e uma voz queContinuar lendo “Pensando alto”

Olhos bem tapados

Cortinas de fumaça existem para mostrar o fogo não para escondê-lo. Cortinas enfeitam, fazem de conta tiram de trás das janelas o imeditato. Cortinas não são portas. Não têm fechaduras. Não têm chaves. Se retirar o adorno, descortina o real. Mas quem quer uma janela sem… cortina? Quem quer ver o fogo? Quem quer seContinuar lendo “Olhos bem tapados”

Razões para viver

Há mistérios que fazemos questão de não revelar, de não saber, de não descobrir Há vozes que fazemos questão de não ouvir, não considerar, não entender Há olhos que fazemos questão de não ver, de não distinguir, não enfrentar Há mãos que fazemos questão de não tocar, de não perceber, de não sentir Há noContinuar lendo “Razões para viver”