Pensando alto

Mastigo as palavras. Engulo algumas. Cuspo outras. Outras ainda apenas falo, mesmo sozinha. Ou escrevo. Mas não as deixo soltas no ventre, nem na garganta. Não me apraz ruminar a agonia das palavras ou sentir a náusea me remoendo o estômago, sensação ruim que antecede o vômito. Até as piores palavras precisam sair. Uma questão de vida ou morte. De libertação.

***

Meu gesto interior é sempre o de agradecer. Porque após toda e qualquer reflexão, por mais que eu desejasse reclamar, sempre haveria algo mais importante que me faria agradecer.

Photo by Jason Rosewell on Unsplash

Publicado por Poeternizar

Eternizando versos, versejando vida, poetando sonhos, poeternizando a emoção de cada dia.

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