DOR PERSISTENTE

E uma dor persistente
Martela minha cabeça
Amassa o canto
Do meu olho
e fecha a parte de mim
Aberta para ver
o mundo…
Passo a detestar a luz
Desligo o som
E mesmo os cheiros
Tornam-se tão
difíceis de suportar…
E antes que eu esqueça
Esta vertente de ódio
Deságua assim
Seu líquido imundo…
Espesso, como um pus,
Ecoando e dando o tom
como um rude feiro
Torna-se tão
absurda de aguentar…
(Poema de 2007)

Publicado por Poeternizar

Eternizando versos, versejando vida, poetando sonhos, poeternizando a emoção de cada dia.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: