Lembranças

Eu sempre gostei de brincos. Dos mais variados tipos. Uma vez me apaixonei por pedaços de um lustre lindíssimo de cristal antigo de uma tia e resolvi fazer brincos pra mim. Fiz, coloquei nas orelhas e passei a andar pelas ruas orgulhosamente com eles. Até o momento de voltar para casa e sentir o olhar ameaçador de minha mãe, ver o chinelo subindo e ouvir sua voz inconfundível: tira já isto da orelha, menina! Não está vendo que já está quase rasgando as duas orelhas?? Tirei. Triste, mas tirei. Imagina desobedecer a Terezinha…

Publicado por Poeternizar

Eternizando versos, versejando vida, poetando sonhos, poeternizando a emoção de cada dia.

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