Doces cristais

A aparente fragilidade dava-lhe muito mais força. Em sua doçura escondia-se o fel de anos a fio. Buscas desenfreadas e encontros doloridos. Ela sorria e o que transparecia dela era um paz que não tinha. Olhava o céu e o chão com o mesmo olhar. De vez em quando deixava escapar uma dor, fosse em forma de palavra, de suspiro ou de lágrima. Ela se chamava tristeza.

Publicado por Poeternizar

Eternizando versos, versejando vida, poetando sonhos, poeternizando a emoção de cada dia.

2 comentários em “Doces cristais

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