Dos gestos e olhares

Espiava a moça pela fresta da janela entreaberta. Espiada, ela se dava intencionalmente. Jogava. A volúpia dos gestos estava apenas no olhar. Ele sabia. Ela sabia. Mas se perguntassem, ambos neste momento estariam presos no trânsito.

Publicado por Poeternizar

Eternizando versos, versejando vida, poetando sonhos, poeternizando a emoção de cada dia.

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